Pescadores precisam de molhe e dragagem

 

Pescadores precisam de molhe e dragagem

Os pescadores que navegam pelo rio Gravatá, entre os municípios de Penha e Navegantes, há tempos correm atrás de melhorias para o local. Eles pedem que o molhe – há tanto tempo prometido – saia do papel. Também querem dragagem e uma limpeza geral no rio, que está cheio de lixo.

Antonio Amaro Neuwiem, Bruno Schwarzbach, Jonatam Valente, Marcio Souza e Diego Silva reclamam que o rio tá abandonado há anos.
Antonio conta que ele e os colegas dependem da pesca pra sobreviver, mas quando a maré baixa, os barcos encalham e eles não têm como sair pra pescar. “Está complicado”, diz.
Para eles, a dragagem do rio e a construção do molhe resolveriam os perrengues. Os pescadores já fizeram até manifestação, fecharam a ponte que liga as duas cidades, mas o protesto não adiantou. “Se tivesse o molhe, além de ajudar os pescadores, o rio desaguaria mais longe, não estragando a praia”, acredita Antonio.

Outra reclamação é com relação à poluição. “É muito feio, muito lixo e ninguém faz nada”, lasca Antonio. Como o rio Gravatá separa as duas cidades, tanto Penha como Navegantes tem responsabilidade pela limpeza.
Cassiano Weiss, da secretaria de governo de Navegantes, informou que o molhe está em fase final de licenciamento. Quando ele for concluído, o município deverá fazer a dragagem.

Eduardo Bueno, assessor do prefeito Aquiles da Costa, de Penha, disse que a prefeitura aguarda Navegantes construir o molhe pra também fazer a dragagem. “Se fizer só dragagem, daqui a pouco vai estar todo assoreado novamente”, explica Eduardo.
Penha tem um projeto pronto pra construir um píer de atracação pros pescadores artesanais. Eles buscam recursos pra executar a obra, que se tornaria também um ponto turístico .

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