BNDES apoiará projetos de Internet das Coisas com pelo menos R$ 1 milhão

Conduzida ao lado do Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações (MCTIC), a iniciativa tem orçamento de R$ 20 milhões, cujos recursos não são reembolsáveis. As propostas deverão ser enviadas até 31 de agosto (veja aqui).

Como o BNDES limitará os recursos até 50% do valor total do projeto, os responsáveis pelas propostas deverão prever a aplicação dos valores restantes.

Projetos de Internet das Coisas

Internet das Coisas é um nome pomposo para denominar a conexão via internet entre dispositivos cotidianos, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, e até mesmo entre máquinas industriais.

Podem enviar propostas instituições tecnológicas públicas ou privadas sem fins lucrativos. Cada uma pode submeter até três pilotos.

As iniciativas de aplicação selecionadas deverão ser testadas em plataformas experimentos ou em ambientes reais.

BNDES e MCTIC receberão ideias que tratem de tecnologias para três verticais. Aqueles voltados para Cidades Inteligentes, devem mirar:

  • redução de desperdícios,
  • iluminação pública,
  • aumento da capacidade de vigilância
  • monitoramento
  • aumento da atratividade de transportes públicos.

Já os voltados para ambiente rural, devem tratar de:

  • uso eficiente de maquinário
  • dos recursos naturais e em segurança sanitária
  • bem-estar do animal.

A terceira vertical para desenvolvimento de projetos é a de saúde, que devem focar:

  • monitoramento de pacientes;
  • ativos e insumos;
  • diagnóstico descentralizado.

Os projetos devem ser executados dentro de um prazo de até 24 meses. Ao fim desse período, as instituições apoiadas devem prestar contas sobre como o dinheiro foi gasto. A ideia é que publiquem uma avaliação dos resultados dos projetos-piloto.

A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Internet das Coisas, com que o governo federal pretende fomentar o ecossistema de máquinas conectadas no Brasil. O BNDES informou que a próxima etapa de seleção de projetos-pilotos de IoT vai direcionar investimentos para o ambiente industrial. Nesse caso, a ideia será também promover o desenvolvimento de plataformas industriais da chamada 4ª Revolução Industrial.

Para balizar as medidas que do plano, o governo contratou a consultoria McKinsey, o escritório Pereira Neto Macedo Advogados e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

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